Entrevista Marcos de Ros – Parte 3

Parte 3

Perguntas Realizadas

(00:46) Eu consigo tocar uma frase difícil com precisão depois de repeti-la diversas vezes, mas essa é uma opção que não está disponível ao vivo, quando só temos “um take“. Como você treina as frases mais complexas para que elas saiam de primeira na performance? Continuar lendo

Entrevista Marcos de Ros – Parte 2

Parte 2

Perguntas Realizadas

(00:25) Falando em repertório clássico, quais são os teus períodos e compositores prediletos?
(04:23) Mais sobre o Peças de Bravura: esse disco tem diversas peças com influência de música brasileira. Sendo um músico acostumado a tocar música erudita e metal, quais foram as dificuldades que você encontrou para tocar esse tipo de repertório? E como você estudava esses estilos?
(10:15) Como tu estrutura as tuas práticas hoje? Continuar lendo

Entrevista com Marcos de Ros – Parte 1

Parte 1

Perguntas Realizadas

(01:30) O que é a Maestria?
(02:10) Os grandes mestres atingiram um nível qualitativamente diferenciado. Você saberia dizer o que é essa qualidade diferenciada que eles atingiram? Quais são as Continuar lendo

Segredos Amorosos Marcianos 7: Para Encerrar… (Steve Vai)

(Parte 7 de 7, originalmente publicada em agosto de 1989 na revista Guitar Player norte-americana.)

Se você estiver seguindo estes artigos, você provavelmente observou que meu método não é nada ortodoxo. Acredito que você pode encontrar informações técnicas sobre música e performance em inúmeras publicações. Espero que o que eu disse tenha inspirado você a mergulhar na sua imaginação, no seu coração e na sua alma. Se algum destes artigos lhe inspirar a criar um som original ou pessoal no seu instrumento, terá sido um sucesso para mim. Tudo se resume a você e sua atitude. Continuar lendo

Segredos Amorosos Marcianos 6: Imagens Mentais (Steve Vai)

(Parte 6 de 7, originalmente publicado em julho de 1989 na revista Guitar Player norte-americana.)

Às vezes tocamos coisas que surgem do nada e não sabemos por quê. Eu acredito que seja inspiração divina. Podemos apenas ver essas coisas de maneira superficial; porém, em vez disso, vamos tentar fixar algumas “imagens” nesses flertes com o divino.

Pegue seu instrumento e toque um acorde. Tente inventar um acorde que você nunca Continuar lendo

Segredos Amorosos Marcianos 5: O Físico, Parte 2 (Steve Vai)

(Parte 5 de 7, originalmente publicado em junho de 1989 na revista Guitar Player norte-americana.)

A música evoca certas emoções nas pessoas. Uma melodia familiar pode lembrá-lo de períodos inteiros em sua vida. Quando eu escuto “Led Zeppelin II”, “Are you Experienced?”, do Jimi Hendrix, ou mesmo alguma canção antiga da Motown, a música leva minha consciência de volta a um momento em minha vida quando essa música era popular. Quando experimentamos esse fenômeno, podemos nos sentir novamente da mesma maneira que nos sentimos no momento mais inesquecível em que ouvimos a música. Continuar lendo

Entrevista/Bate-papo com Michel Leme pt. 3

Parte 3

Perguntas Realizadas / Assuntos Abordados

1 – Você estava falando de criar música improvisada interagindo com outros músicos. O sucesso dessa fórmula depende muito das pessoas envolvidas. Quais dicas você poderia dar para os estudantes deixarem o ego de lado e tocarem para a música, e não para si mesmos? (01:00) Continuar lendo

Entrevista/Bate-papo com Michel Leme pt. 2

Parte 2

Perguntas Realizadas / Assuntos Abordados

1 – Estamos vendo assumir a frente do instrumento uma nova geração de guitarristas que é toda criada dentro do YouTube, tocando em casa, com playback, diante de uma câmera, em vez de no palco, com uma banda, diante de um público presente. Como você vê essa situação? (00:40) Continuar lendo

Segredos Amorosos Marcianos 4: A Parte Física (Steve Vai)

(Parte 4 de 7, publicado originalmente em maio de 1989, na revista Guitar Player norte-americana.)

Seu rosto revela muito de sua personalidade. Quando as pessoas falam, elas usam os rostos, além das vozes. Às vezes, o verdadeiro significado do que elas estão tentando comunicar (ou não comunicar) fica visível no rosto e na linguagem corporal. Continuar lendo