Entrevista/Bate-papo com Michel Leme pt. 2

Parte 2

Perguntas Realizadas / Assuntos Abordados

1 – Estamos vendo assumir a frente do instrumento uma nova geração de guitarristas que é toda criada dentro do YouTube, tocando em casa, com playback, diante de uma câmera, em vez de no palco, com uma banda, diante de um público presente. Como você vê essa situação? (00:40)

2 – Fale pra gente um pouco sobre seu novo disco. (04:59)

3 – Como podemos adquiri-lo? (09:57)

4 – Como é o seu processo criativo? Quais são as condições necessárias para você compor? (10:32)

5 – É correto dizer que você tenta sempre ir na direção oposta ao que fez antes? Além disso, você também falou de um processo que funciona muito bem comigo: trabalhar sobre estruturas já conhecidas, alterar alguma(s) de suas características e, a partir daí, seguir o impulso criativo aonde ele nos levar… (13:46)

6 – É algo meio paradoxal, mas parece que criar regras e limitações nos ajuda a alcançar a liberdade criativa. (16:17)

7 – A disciplina como um Caminho para a realização pessoal e o autoaperfeiçoamento. (19:27)

8 – O pessoal na maioria das vezes fica só pensando em conceitos abstratos e esquece de olhar a que esses conceitos se referem na realidade. A importância da dosagem correta entre reflexão e prática. (21:35)

Referências Citadas

(Clique nos nomes para saber mais.)

Thelonious Monk, pianista e compositor de jazz norte-americano.

Alma, décimo primeiro álbum de Michel Leme, lançado em 2016.

Bruno Migotto, contrabaixista e compositor brasileiro.

Bruno Tessele, baterista brasileiro.

Felipe Silveira, pianista e tecladista brasileiro.

Richard Metairon, contrabaixista brasileiro.

Jônatas Sansão, baterista brasileiro.

Lucas Macedo, saxofonista brasileiro.

Music Maker, fabricante de instrumentos musicais.

Ivan Freitas, luthier brasileiro.

Djalma Lima, guitarrista brasileiro.

Cinthia Crelier, artista plástica brasileira.

Espaço Cultural Ventos Uivantes, núcleo-sede da Associação Jatobá. Localizado em São Francisco Xavier (SP), atua em projetos culturais públicos e com cunho social.

Flávio Tsutsumi, especialista em tudo brasileiro.

Days of Wine and Roses, música composta por Henry Mancini para o filme Vício Maldito (1962), dirigido por Blake Edwards.

Alexandre Mihanovich, guitarrista e compositor brasileiro.

Charlie Parker, saxofonista e compositor estadunidense.

Igor Stravinsky, compositor, maestro e pianista russo.

Pat Metheny, guitarrista norte-americano.

Jim Hall, guitarrista estadunidense.

A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen (1948), pequeno livro em que o professor alemão de Filosofia Eugen Herrigel relata sua experiência estudando Kyūdō (弓道; lit. O Caminho do Arco), a arte marcial japonesa do tiro com arco, quando viveu no Japão na década de 1920. É considerado como tendo sido a introdução ao Zen para o público ocidental.

Oscar Peterson, pianista canadense.

Misty, standard de jazz composto por Erroll Garner em 1954 e interpretado por diversos dos maiores nomes do estilo, incluindo Sarah Vaughan, Frank Sinatra e Ella Fitzgerald.

Cherokee (“Indian Love Song”), standard de jazz escrito por Ray Noble e publicado em 1938.

Parte 3

Disponível aqui.

Parte 1

Disponível aqui.

Acesse: https://michelleme.com

2 pensamentos sobre “Entrevista/Bate-papo com Michel Leme pt. 2

  1. Pingback: Entrevista/Bate-papo com Michel Leme pt. 3 | Samurai Guitar

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