Palhetada II -O Segredo por Trás do Movimento Eficiente

O primeiro artigo desta série começa com uma citação do Einstein, o que é realmente apropriado porque estamos aplicando o método científico no nosso estudo da palhetada, como explicamos no post anterior. Quando decompomos o mecanismo da palhetada nas suas partes constituintes, encontramos três componentes básicos. Um deles é estático: a maneira de segurar a palheta, que cobrimos no artigo anterior. Os outros dois são, de fato, os movimentos que a gente vai usar para palhetar. Continuar lendo

Palhetada I – O Método Científico

Não há maior sinal de loucura do que fazer uma coisa repetidamente e esperar a cada vez um resultado diferente — Einstein

Não adianta, se você é um estudante sério de guitarra, mais cedo ou mais tarde terá de enfrentar o grande vilão da técnica guitarrística: a palhetada alternada.

Agora veja se você se identifica com esta cena: o cara está começando a tocar guitarra, ou já toca há algum tempo (tipo uns cinco anos), e escolhe um solo ou uma frase de um mestre da palhetada, como um Paul Gilbert da vida. O lick ou solo apresenta alguns elementos muito complexos; tem uma mecânica e uma técnica extremamente intricadas, muito sofisticadas. É preciso ser um exímio guitarrista pra conseguir executá-lo com precisão. E como o cara vai praticar e estudar isso? Em geral, da maneira mais burra possível: na força bruta. O resultado de todo esse esforço, claro, é uma porcaria. Então o que o cara faz? Continua praticando exatamente da mesma forma. Continuar lendo